Doença Inflamatória Pélvica (DIP): Diagnóstico e Manejo

UFU/HC - Hospital de Clínicas de Uberlândia (MG) — Prova 2017

Enunciado

Paciente de 20 anos , nuligesta, ciclos menstruais normais, usuária de DIU de cobre dá entrada no pronto-socorro com queixa de dor abdominal de forte intensidade, dispareunia há 30 dias, febre não termometrada. Ao exame especular apresenta leucorréia branco-amarelada, sem odor fétido e colo uterino sem lesões. Abdome doloroso à palpação, Blumberg positivo. Ao toque: dor à palpação de anexos e à mobilização do colo uterino. Realizou ultrassonografia transvaginal onde não foi visualizado massas anexiais. Urocultura negativa. Qual o provável diagnóstico e conduta?

Alternativas

  1. A) Vaginose bacteriana. Metronidazol 500 mg de 12/12 horas por 7 dias.
  2. B) Doença inflamatória pélvica (DIP 2). Internação, Clindamicina 900 mg de 8/8h com Gentamicina 2,0 mg/Kg de dose de ataque seguido de 1,5 mg/kg de 8/8h. Tratamento do parceiro.
  3. C) Doença inflamatória pélvica (DIP3). Internação, antibioticoterapia e laparotomia. Tratamento do parceiro.
  4. D) Torção de cisto ovariano. Laparotomia.
  5. E) Doença inflamatória pélvica (DIP 1). Ceftriaxone 250 mg IM dose única e Doxiciclina 100 mg VO de 12/12 horas por 14 dias. Tratamento do parceiro.

Responda esta e mais de 150 mil questões comentadas no MedEvo — a plataforma de residência médica com IA.

Responder questão no MedEvo