DIP e Vaginose: Diagnóstico e Conduta em Dor Pélvica

HU-FMJ - Hospital Universitário da Faculdade de Medicina de Jundiaí (SP) — Prova 2017

Enunciado

Paciente de 25 anos dá entrada no pronto-socorro com quadro de dor pélvica intensa há 3 horas. Refere que apresenta quadro de algia pélvica há 2 dias, com piora progressiva. Nega febre e atraso menstrual, queixas urinárias ou intestinais. Apresentou 1 episódio de vômito após piora do quadro de dor. Refere corrimento vaginal fétido há 1 mês. No exame físico, apresenta-se em bom estado geral, afebril, eupneica, corada e com as seguintes alterações: dor importante à palpação profunda do hipogástrio sem descompressão brusca; secreção vaginal acinzentada KOH+ e dor à mobilização do colo e anexos uterinos no toque vaginal. Qual diagnóstico e a melhor conduta, respectivamente, para este quadro?

Alternativas

  1. A) Vaginose; instituir antibioticoterapia oral. 
  2. B) Moléstia inflamatória pélvica; solicitar hemograma e urina tipo 1 e instituir antibioticoterapia endovenosa. 
  3. C) Vaginose e moléstia inflamatória pélvica; solicitar hemograma e ultrassonografia pélvica e instituir antibioticoterapia oral. 
  4. D) Vaginose e moléstia inflamatória pélvica; instituir antibioticoterapia endovenosa. 
  5. E) Vaginose; solicitar hemograma e ultrassonografia pélvica e instituir antibioticoterapia oral. 

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