Doença Inflamatória Pélvica: Achados no Ultrassom Transvaginal

UFPR/HC - Complexo Hospital de Clínicas da UFPR (PR) — Prova 2017

Enunciado

Mulher de 19 anos, solteira, sexualmente ativa, G1 P0 A1, não utiliza método contraceptivo frequente. Chega ao pronto-atendimento ginecológico com queixa de dor abdominal pélvica, secreção vaginal amarelada e febre. Ao exame físico: FC 108 bpm, FR 22 mrpm, T 38,5 ºC, sudorese e palidez cutâneo-mucosa. Exame especular revela secreção purulenta via orifício cervical externo do colo uterino. Toque vaginal: dor à mobilização decolo uterino e região anexial à direita. Sobre a doença inflamatória pélvica, espera-se encontrar no ultrassom transvaginal o seguinte aspecto das tubas uterinas:

Alternativas

  1. A) parede espessada e distendida de formato ovoide.
  2. B) distendidas com pequena quantidade de líquido ecogênico. 
  3. C) sem alterações, mas com pouca quantidade de líquido ecogênico. 
  4. D) parede espessada e com pouca quantidade de líquido ecogênico.
  5. E) em roda dentada em corte longitudinal.

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