DIP: Critérios Diagnósticos e Manejo Clínico (PCDT 2022)
Universidade do Estado do Rio Grande do Norte — Prova 2023
Enunciado
Segundo o “PROTOCOLO CLÍNICO E DIRETRIZES TERAPÊUTICAS PARA ATENÇÃO INTEGRAL ÀS PESSOAS COM INFECÇÕES SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS (IST) – 2022”, utilizando seu “FLUXOGRAMA PARA O MANEJO CLÍNICO DE DIP (DOENÇA INFLAMATÓRIA PÉLVICA), podemos considerar que:
Alternativas
A) A presença dos três critérios maiores (Dor no hipogástrio, Dor à palpação dos anexos e Dor à mobilização de colo uterino) são suficientes para diagnóstico de DIP
B) O Diagnóstico de DIP é possível se houver a presença dos três critérios maiores (Dor no hipogástrio, Dor à palpação dos anexos e Dor à mobilização de colo uterino) em mulheres com conteúdo vaginal ou secreção endocervical anormal
C) Em mulheres com suspeita de DIP, o tratamento com antibióticos, inicialmente ambulatorial, deve ser instituído imediatamente caso exista: defesa muscular abdominal e temperatura axilar >37,5°C ou oral >38,3°C
D) Seguindo o fluxograma, ao optarmos por tratamento ambulatorial de DIP, a mulher em tratamento deverá retornar para reavaliação após a conclusão do mesmo.
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