HOC - Hospital de Olhos de Conquista (BA) — Prova 2015
São sequelas importantes da Doença Inflamatória Pélvica, EXCETO:
DIP → Infertilidade, prenhez ectópica e dor pélvica crônica são sequelas comuns.
A Doença Inflamatória Pélvica é uma infecção do trato genital superior feminino que pode levar a danos tubários e pélvicos permanentes, resultando em complicações reprodutivas e dor crônica. Metrorragia não é uma sequela crônica, mas pode ser um sintoma agudo.
A Doença Inflamatória Pélvica (DIP) é uma síndrome clínica resultante da ascensão de microrganismos do trato genital inferior para o trato genital superior feminino, afetando o útero, tubas uterinas e ovários. É uma condição comum, especialmente em mulheres jovens e sexualmente ativas, e sua importância reside nas graves sequelas que pode causar, impactando significativamente a saúde reprodutiva e a qualidade de vida. A fisiopatologia envolve a inflamação e infecção que levam a danos teciduais, principalmente nas tubas uterinas (salpingite). Este dano pode resultar em obstrução tubária parcial ou total, formação de aderências e alterações na motilidade ciliar. O diagnóstico é clínico, baseado em dor pélvica, dor à mobilização do colo e dor à palpação anexial, frequentemente acompanhado de febre e leucocitose. A suspeita deve ser alta em pacientes com fatores de risco. O tratamento precoce com antibióticos é crucial para minimizar as sequelas. As principais sequelas incluem infertilidade (devido à obstrução tubária), prenhez ectópica (pela alteração da motilidade tubária), dor pélvica crônica (por aderências e inflamação residual) e abscesso tubo-ovariano recorrente. A metrorragia, embora possa ocorrer na fase aguda da DIP, não é considerada uma sequela crônica.
As sequelas mais comuns da DIP incluem infertilidade, prenhez ectópica, dor pélvica crônica e formação de aderências pélvicas, resultantes do dano inflamatório aos órgãos reprodutivos.
A inflamação e infecção na DIP podem causar danos e obstruções nas tubas uterinas, dificultando a fertilização e o transporte do óvulo, levando à infertilidade ou à implantação ectópica do embrião.
Não, a metrorragia (sangramento uterino anormal) é mais frequentemente um sintoma agudo da DIP ou de outras condições ginecológicas, e não é considerada uma sequela crônica da doença.
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