SMS Goiânia - Secretaria Municipal de Saúde de Goiânia (GO) — Prova 2020
Divertículos são saculações na parede intestinal, costumam ocorrer mais comumente no sigmoide e reto alto e em população maior de 50 anos Na maioria das vezes é tratado conservadoramente com antibióticos. São candidatos a cirurgia diverticular, EXCETO:
Diverticulite: Boa resposta ao tratamento clínico na 1ª crise NÃO é indicação cirúrgica.
A maioria dos casos de diverticulite é tratada conservadoramente com antibióticos. A cirurgia é reservada para complicações graves, como perfuração, abscesso com peritonite difusa, fístula ou obstrução, ou para casos selecionados de diverticulite recorrente ou em pacientes jovens. Uma boa resposta ao tratamento clínico na primeira crise é um critério para tratamento conservador, não cirúrgico.
A doença diverticular do cólon é comum, especialmente em indivíduos com mais de 50 anos, e geralmente afeta o cólon sigmoide. Embora a maioria dos pacientes permaneça assintomática ou apresente sintomas leves, a diverticulite aguda pode levar a complicações sérias. O tratamento da diverticulite é predominantemente clínico, com uso de antibióticos e medidas de suporte. No entanto, certas situações exigem intervenção cirúrgica. As indicações incluem complicações como perfuração intestinal, abscesso com peritonite difusa, fístulas, obstrução intestinal e hemorragia refratária. A cirurgia também pode ser considerada em casos de diverticulite recorrente ou em pacientes jovens, devido ao maior risco de complicações. É crucial diferenciar as indicações de cirurgia de emergência das eletivas e entender que uma boa resposta ao tratamento clínico na primeira crise é um critério para evitar a cirurgia, não para indicá-la.
As indicações de emergência incluem perfuração intestinal com peritonite difusa, abscesso não drenável percutaneamente, obstrução intestinal completa e hemorragia diverticular maciça e refratária.
Pacientes jovens (< 50 anos) com diverticulite podem ter um curso mais agressivo da doença e maior risco de recorrência e complicações, justificando a consideração de cirurgia eletiva após a primeira crise grave.
A maioria dos casos de diverticulite não complicada é tratada conservadoramente com repouso intestinal (dieta líquida ou jejum), hidratação e antibioticoterapia oral ou intravenosa, dependendo da gravidade.
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