HU-FMJ - Hospital Universitário da Faculdade de Medicina de Jundiaí (SP) — Prova 2021
Paciente de 45 anos de idade, masculino, portador de doença de Crohn grave desde os 19 anos, com fístulas perianais já drenadas, e fenótipo de Crohn de cólon e delgado de forma subestenosante. Paciente relata já ter feito uso de mesalazina, corticoide e azatioprina durante anos, todas as medicações em dose máxima, sem muito sucesso. Passou em consulta com um coloproctologista há 5 anos, que indicou terapia biológica iniciando uso de infliximab (anti TNF – alfa) de forma endovenosa a cada 8 semanas. Teve boa resposta à droga durante 3 anos, porém tem tido novamente diarreia, sangue, dores, perda ponderal, fístulas recidivas, suboclusão e mal-estar geral. Apresenta anemia, PCR elevado e calprotectina fecal de 1.200. Paciente relata ser de área endêmica de tuberculose e começou a apresentar, agora, no último mês, manchas na pele. Foi a uma consulta com dermatologista que suspeitou de psoríase. Diante do exposto, a melhor conduta para esse paciente seria:
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