Doença de Chagas Aguda: Manifestações Clínicas e Polimorfismo

Santa Casa de Campo Grande (MS) — Prova 2020

Enunciado

A apresentação clínica Fase aguda da doença de Chagas por transmissão vetorial está de acordo com o item:

Alternativas

  1. A) O quadro clínico da doença aguda, nos casos de transmissão vetorial, não é polimórfico, indo desde a descrição clássica (sinal de porta de entrada da infecção, febre, edema subcutâneo, aumento do volume de linfonodos, hepatomegalia, esplenomegalia, além de evidências de miocardite e de meningoencefalite) até situações oligossintomáticas e inaparentes.
  2. B) O quadro clínico da doença aguda, nos casos de transmissão vetorial, é polimórfico, indo desde a descrição clássica (sinal de porta de entrada da infecção, febre, edema subcutâneo, aumento do volume de linfonodos, hepatomegalia, esplenomegalia, nunca com evidências de miocardite e de meningoencefalite) até situações oligossintomáticas e inaparentes.
  3. C) O quadro clínico da doença aguda, nos casos de transmissão vetorial, é polimórfico, indo desde a descrição clássica (sinal de porta de entrada da infecção, febre, edema subcutâneo, aumento do volume de linfonodos, hepatomegalia, esplenomegalia, além de evidências de miocardite e de meningoencefalite) até situações oligossintomáticas e inaparentes.
  4. D) O quadro clínico da doença aguda, nos casos de transmissão vetorial, é polimórfico, indo desde a descrição clássica (sinal de porta de entrada da infecção, febre, edema subcutâneo, aumento do volume de linfonodos, hepatomegalia, esplenomegalia, além de evidências de miocardite e de meningoencefalite), não sendo possível situações oligossintomáticas e inaparentes.

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