UEL - Hospital Universitário de Londrina (PR) — Prova 2020
Sobre a doença de Buschke–Löwenstein, assinale a alternativa correta.
Doença de Buschke-Löwenstein = condiloma acuminado gigante, lesão verrucosa ano-genital com potencial de malignização.
A Doença de Buschke-Löwenstein, também conhecida como condiloma acuminado gigante, é uma forma rara e agressiva de condiloma causado pelo HPV, caracterizada por lesões verrucosas extensas na região ano-genital com alto potencial de crescimento local e malignização para carcinoma espinocelular.
A Doença de Buschke-Löwenstein, também conhecida como condiloma acuminado gigante, é uma condição rara, mas clinicamente significativa, que representa uma forma agressiva de infecção pelo Papilomavírus Humano (HPV). Caracteriza-se por lesões verrucosas exofíticas, de grandes dimensões, que se desenvolvem predominantemente na região anogenital, podendo invadir tecidos adjacentes. Embora classicamente associada aos subtipos de HPV de baixo risco (HPV-6 e HPV-11), a doença possui um potencial de malignização para carcinoma espinocelular, sendo considerada um carcinoma verrucoso de baixo grau. O crescimento local é lento, mas progressivo e destrutivo, podendo levar a fístulas, infecções secundárias e obstrução. O diagnóstico é clínico e histopatológico. O tratamento de escolha é a ressecção cirúrgica completa, que deve ser ampla para evitar recidivas. Em casos de invasão local ou malignização, terapias adjuvantes como radioterapia podem ser consideradas. O acompanhamento a longo prazo é essencial devido ao risco de recorrência e transformação maligna.
A doença é causada principalmente pela infecção pelos subtipos de baixo risco do Papilomavírus Humano (HPV), como o HPV-6 e HPV-11, embora possa haver coinfecção com tipos de alto risco. A imunossupressão é um fator de risco importante.
Caracteriza-se por lesões verrucosas exofíticas, grandes, com crescimento lento mas progressivo, que podem invadir tecidos adjacentes e destruir estruturas. Geralmente envolve a região anogenital, podendo causar dor, sangramento e infecção secundária.
O tratamento primário é cirúrgico, com ressecção ampla da lesão para remover todo o tecido afetado e prevenir recidivas. Terapias adjuvantes como radioterapia ou quimioterapia podem ser consideradas em casos selecionados, especialmente se houver malignização ou invasão local.
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