UEL - Hospital Universitário de Londrina (PR) — Prova 2022
Assinale a alternativa que apresenta, corretamente, o local mais frequente de arteriosclerose obliterante periférica por consequência de trombose.
A artéria femoral superficial no canal dos adutores é o local mais comum de oclusão na doença arterial periférica.
A arteriosclerose obliterante periférica afeta mais frequentemente a artéria femoral superficial, especialmente no segmento do canal dos adutores (ou canal de Hunter), sendo a principal causa de claudicação intermitente.
A arteriosclerose obliterante periférica, também conhecida como Doença Arterial Periférica (DAP), é uma manifestação comum da aterosclerose sistêmica que afeta as artérias dos membros inferiores, levando à redução do fluxo sanguíneo. É uma condição progressiva e crônica, com alta morbidade e mortalidade, frequentemente associada a eventos cardiovasculares e cerebrovasculares. A prevalência aumenta com a idade e com a presença de fatores de risco como tabagismo, diabetes mellitus, hipertensão e dislipidemia. A localização mais frequente das lesões ateroscleróticas que causam oclusão na DAP é a artéria femoral superficial, particularmente no segmento que atravessa o canal dos adutores (ou canal de Hunter). Outras áreas comuns incluem as artérias poplíteas e tibiais. A oclusão nessas artérias leva à isquemia dos músculos da panturrilha e pé, resultando no sintoma clássico de claudicação intermitente, que é dor muscular induzida pelo exercício e aliviada pelo repouso. O diagnóstico da DAP é feito pela história clínica, exame físico (palpação de pulsos, ausculta de sopros, inspeção de pele e anexos) e exames complementares como o índice tornozelo-braquial (ITB), ultrassonografia Doppler e, em casos selecionados, angiotomografia ou angiografia. O tratamento visa aliviar os sintomas, melhorar a qualidade de vida e reduzir o risco cardiovascular. Inclui modificação dos fatores de risco, exercícios físicos supervisionados, medicamentos antiplaquetários e, em casos mais avançados, revascularização por angioplastia ou cirurgia.
A artéria mais frequentemente acometida pela arteriosclerose obliterante periférica é a artéria femoral superficial, especialmente no segmento que passa pelo canal dos adutores.
O sintoma mais comum da doença arterial periférica é a claudicação intermitente, dor muscular nas pernas que ocorre com o exercício e alivia com o repouso, mas pode evoluir para dor em repouso e lesões tróficas.
Os principais fatores de risco para a doença arterial periférica incluem tabagismo, diabetes mellitus, hipertensão arterial sistêmica, dislipidemia e idade avançada.
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