DAOP e COVID-19: Manejo Antitrombótico na Insuficiência Renal

USP/HCRP - Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto (SP) — Prova 2025

Enunciado

Homem de 75 anos, hipertenso e tabagista com queixa de dor em membro inferior esquerdo ao caminhar 50 metros, com melhora completa ao repouso. Interna em leito de enfermaria comum para tratamento de covid-19 de gravidade moderada. O índice tornozelo-braço à esquerda é 0,4 e à direita é 0,8. Ausência de edema em membros inferiores. Nega antecedentes de infarto agudo do miocárdio ou acidente vascular cerebral. Está em uso de Ácido Acetilsalicílico (AAS) 100 mg ao dia e anlodipino 5 mg uma vez ao dia. Realizou radiografia de tórax e tomografia de tórax com contraste, sem alterações. Exames laboratoriais de entrada: Hematócrito: 45%; Glóbulos Brancos: 6.500 (sem desvio)/mm³; Plaquetas: 250.000/mm³; Sódio: 145 mM/L; Potássio: 4,4 mM/L; Creatinina: 2,5 mg/dl; Dímeros D: 755 ng/dl (VN<500 ng/dl). Qual a melhor conduta inicial em relação ao manejo das medicações antitrombóticas?

Alternativas

  1. A) Suspender AAS e iniciar Heparina Não Fracionada (HNF), subcutânea 5.000 UI de 8/8 h.
  2. B) Suspender AAS e iniciar Heparina de Baixo Peso Molecular (HBPM) 1 mg/kg de 12/12 h.
  3. C) Manter o AAS e iniciar Heparina de Baixo Peso Molecular (HBPM) 1 mg/kg de 12/12 h.
  4. D) Manter o AAS e iniciar Heparina Não Fracionada (HNF) 5.000 UI subcutânea de 8/8 h.

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