SES-GO - Secretaria de Estado de Saúde de Goiás — Prova 2025
Em geral, a artéria infragenicular preservada nos achados de arteriografia de um paciente diabético é a:
No paciente diabético com DAOP, a artéria fibular (peroneal) costuma ser a última a ser acometida.
O padrão de acometimento vascular no diabetes é tipicamente infragenicular e multissegmentar, mas a artéria fibular frequentemente permanece pérvia.
A macroangiopatia diabética tem predileção por vasos abaixo do joelho (infrageniculares). Enquanto as artérias tibial anterior e posterior são frequentemente ocluídas, a artéria fibular (ou peroneal) tende a ser poupada, tornando-se o alvo principal para procedimentos de salvamento de membro. O conhecimento dessa anatomia patológica é vital para o planejamento cirúrgico vascular.
Embora o motivo exato não seja totalmente esclarecido, observa-se clinicamente que a fibular sofre menos aterosclerose severa precoce que as tibiais no paciente diabético.
Ela serve como uma via crucial para revascularização (bypass) e fornece colaterais importantes para o pé através das ramos perfurantes anterior e posterior.
É caracteristicamente distal (infragenicular), bilateral, simétrica e com calcificação intensa da camada média (esclerose de Monckeberg).
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