Estratificação de Risco na DAC: Quando Solicitar Exames?
UERJ/HUPE - Hospital Universitário Pedro Ernesto (RJ) — Prova 2026
Enunciado
Uma mulher de 25 anos e o irmão de 64 anos comparecem na UBS com Teste Ergométrico (TE) com sinais de isquemia induzida por esforço. Eles relatam recente morte do pai por doença coronariana aos 84 anos. A mulher nega sintomas cardiovasculares e informa que o exame foi solicitado porque ela desejava realizar atividade física. O irmão, que é diabético, hipertenso e tabagista, relata que vinha sentindo dor precordial retroesternal em aperto, que piorava com atividade física intensa e melhorava rapidamente quando reduzia o esforço. Diante dessa situação, o médico solicita uma cintilografia miocárdica com TE para ambos. Como o paciente usava betabloqueador e anlodipina em baixas doses, o médico pediu a suspensão das medicações três dias antes de realizar o exame. Nesse caso, a conduta do médico está:
Alternativas
A) Inadequada para a mulher, pois o valor pré-teste não sugere risco de coronariopatia; adequada para o homem, pois o exame complementar é necessário para a confirmação do diagnóstico.
B) Inadequada para a mulher, pois o valor pré-teste não sugere risco de coronariopatia; inadequada para o homem, pois não há necessidade de exame complementar, uma vez que o risco pré-teste é suficiente para o diagnóstico.
C) Adequada para a mulher, pois o valor pré-teste indica a necessidade de exame complementar para confirmar o diagnóstico de coronariopatia; adequada para o homem, pois não há dados epidemiológicos suficientes para o diagnóstico.
D) Adequada para a mulher, pois o valor pré-teste indica a necessidade de exame complementar para confirmar o diagnóstico de coronariopatia; inadequada para o homem, pois não há necessidade de exame complementar, já que os dados epidemiológicos são suficientes para o diagnóstico.
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