SES-GO - Secretaria de Estado de Saúde de Goiás — Prova 2015
É um achado relevante para o diagnóstico da doença de Alzheimer:
Doença de Alzheimer = declínio progressivo em ≥2 domínios cognitivos, impactando atividades diárias.
O diagnóstico da Doença de Alzheimer requer a identificação de um declínio cognitivo progressivo e significativo em dois ou mais domínios cognitivos (memória, linguagem, função executiva, praxia, gnosia, atenção), que seja grave o suficiente para interferir nas atividades de vida diária do indivíduo.
A Doença de Alzheimer é a causa mais comum de demência, uma síndrome caracterizada por um declínio cognitivo progressivo e irreversível que interfere nas atividades de vida diária. Para residentes, é crucial compreender seus achados diagnósticos para um reconhecimento precoce, que permite um manejo mais adequado e o planejamento do cuidado do paciente e sua família. O diagnóstico clínico da Doença de Alzheimer baseia-se na história de um declínio cognitivo insidioso e progressivo, afetando dois ou mais domínios cognitivos. Os domínios mais comumente afetados incluem memória (especialmente a memória episódica recente), linguagem (afasia), função executiva, atenção, praxia e gnosia. A alteração deve ser suficientemente grave para comprometer a independência funcional do indivíduo. Exames complementares, como neuroimagem (ressonância magnética) e, em alguns casos, biomarcadores no líquor ou PET, auxiliam na exclusão de outras causas de demência e fornecem suporte ao diagnóstico. O tratamento da Doença de Alzheimer é atualmente sintomático, visando retardar a progressão dos sintomas cognitivos e manejar os sintomas comportamentais e psicológicos associados. O prognóstico é de deterioração contínua. É vital diferenciar a Doença de Alzheimer de outras demências (como demência vascular, demência frontotemporal ou demência com corpos de Lewy) e de condições reversíveis, como deficiência de vitamina B12 ou hipotireoidismo, para garantir o tratamento correto e o melhor desfecho possível para o paciente.
Na Doença de Alzheimer, são afetados múltiplos domínios cognitivos, incluindo memória (episódica, semântica), linguagem (afasia), função executiva, atenção, praxia e gnosia. O declínio é progressivo e impacta as atividades diárias.
A progressão insidiosa e gradual dos sintomas é um achado crucial para o diagnóstico de Alzheimer. Diferencia-o de outras condições com início agudo ou flutuante, e reflete a natureza neurodegenerativa da doença.
A diferenciação envolve a análise do padrão de declínio cognitivo (domínios afetados, progressão), presença de sintomas comportamentais específicos, achados de neuroimagem e, em alguns casos, biomarcadores. É fundamental excluir causas reversíveis de demência.
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