UEL - Hospital Universitário de Londrina (PR) — Prova 2025
Assinale a alternativa que apresenta, corretamente, a maior probabilidade de risco para o desenvolvimento da doença de Alzheimer.
Maior fator de risco para Doença de Alzheimer = Idade avançada.
Embora existam múltiplos fatores de risco para a Doença de Alzheimer, como genética e histórico de TCE, a idade avançada é, de longe, o fator de risco não modificável mais significativo e prevalente, com a incidência dobrando a cada 5 anos após os 65 anos.
A Doença de Alzheimer (DA) é a causa mais comum de demência, caracterizada por um declínio progressivo da função cognitiva que interfere nas atividades diárias. Sua prevalência aumenta exponencialmente com a idade, tornando-se uma preocupação de saúde pública global. Compreender seus fatores de risco é crucial para a prevenção e o manejo. O fator de risco mais significativo e universalmente aceito para a DA é a idade avançada. A incidência da doença dobra aproximadamente a cada cinco anos após os 65 anos de idade. Embora existam outros fatores de risco, como a história familiar, a presença do alelo épsilon 4 no gene da apolipoproteína E (APOE ε4), traumatismo cranioencefálico prévio e doenças cardiovasculares, nenhum deles se compara à magnitude do risco conferido pela idade. A fisiopatologia da DA envolve o acúmulo de placas de beta-amiloide e emaranhados neurofibrilares de proteína tau no cérebro. A idade avançada contribui para esses processos patológicos através de mecanismos como estresse oxidativo, inflamação crônica e diminuição da capacidade de depuração de proteínas. Embora a genética e outros fatores aumentem a suscetibilidade, a idade permanece como o principal determinante da probabilidade de desenvolver a doença.
O principal fator de risco é a idade avançada. Outros fatores incluem história familiar, presença do alelo APOE ε4, traumatismo cranioencefálico prévio, doenças cardiovasculares e diabetes.
Com o envelhecimento, há um acúmulo de danos celulares, diminuição da capacidade de reparo e aumento da probabilidade de formação de placas amiloides e emaranhados neurofibrilares, características patológicas da doença.
A genética desempenha um papel, especialmente em formas raras de Alzheimer de início precoce (genes APP, PSEN1, PSEN2). Para a forma mais comum de início tardio, o alelo APOE ε4 é o fator genético de risco mais conhecido, mas não é determinante.
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