INCA - Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (RJ) — Prova 2021
Homem, 82 anos, é levado à consulta por seus filhos por apresentar esquecimentos, confusões de nomes e datas e até de locais onde está. O clínico conversa com a família e diz que o paciente começa a apresentar sinais de demência. Pode-se afirmar que a causa mais frequente de demência no idoso é a doença:
Causa mais comum de demência em idosos = Doença de Alzheimer.
A Doença de Alzheimer é a causa mais prevalente de demência em idosos, caracterizada por um declínio cognitivo progressivo que afeta a memória, o raciocínio e a capacidade funcional, impactando significativamente a qualidade de vida.
A demência é uma síndrome caracterizada por declínio cognitivo progressivo que interfere nas atividades diárias e na independência. Com o envelhecimento populacional, a demência tornou-se um desafio de saúde pública global, sendo a Doença de Alzheimer (DA) a sua causa mais frequente, respondendo por 60-80% dos casos em idosos. A Doença de Alzheimer é uma doença neurodegenerativa progressiva, caracterizada pela formação de placas amiloides e emaranhados neurofibrilares no cérebro. Os sintomas iniciais incluem perda de memória recente, dificuldade em encontrar palavras e desorientação. Com a progressão, afeta outras funções cognitivas e comportamentais. O diagnóstico é clínico, baseado em critérios específicos, e pode ser auxiliado por exames de imagem e biomarcadores. Embora não haja cura, o tratamento visa retardar a progressão dos sintomas e melhorar a qualidade de vida, com medicamentos como inibidores da colinesterase e antagonistas de receptores NMDA, além de terapias não farmacológicas.
Os primeiros sinais da Doença de Alzheimer incluem perda de memória recente, dificuldade em encontrar palavras, desorientação no tempo e espaço, dificuldade em planejar ou resolver problemas, e alterações de humor ou personalidade.
A Doença de Alzheimer tipicamente começa com perda de memória progressiva. Outras demências, como a demência vascular, podem ter início mais abrupto ou flutuante, enquanto a demência frontotemporal afeta mais precocemente a personalidade e o comportamento.
Não há cura para a Doença de Alzheimer, mas existem tratamentos que podem ajudar a gerenciar os sintomas e retardar a progressão da doença. Medicamentos como inibidores da colinesterase e antagonistas de receptores NMDA são utilizados, além de terapias não farmacológicas para suporte.
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