HVV - Hospital Vaz Monteiro - Lavras (MG) — Prova 2025
A doação de órgãos e tecidos pode ser realizada por doadores vivos ou falecidos. No Brasil, os critérios legais e médicos são rigorosos para garantir a ética e a segurança do processo. Sobre a doação de órgãos, analise afirmativas: 1. O doador vivo pode doar qualquer órgão, independentemente de sua saúde, desde que juridicamente capaz. 2. A Morte Encefálica (ME) não é considerada critério legal para doação de órgãos no Brasil. 3. O doador falecido pode ser aquele cuja morte foi constatada por parada cardiorrespiratória ou por morte encefálica. Considerando-se as afirmativas como verdadeiras (V) ou falsas (F), a alternativa CORRETA é:
No Brasil, doador falecido = morte encefálica OU parada cardiorrespiratória. Morte encefálica é critério legal.
A doação de órgãos no Brasil segue critérios rigorosos. Doador vivo tem restrições de órgãos e compatibilidade. Doador falecido pode ser por Morte Encefálica (ME) ou Parada Cardiorrespiratória (PCR), sendo a ME um critério legal e fundamental para a doação de órgãos sólidos.
A doação de órgãos e tecidos é um ato de solidariedade que salva vidas, regido por rigorosos critérios legais e médicos no Brasil para garantir a ética, a segurança e a viabilidade dos transplantes. Compreender esses critérios é fundamental para profissionais de saúde. Existem dois tipos de doadores: o doador vivo e o doador falecido. O doador vivo pode doar órgãos como um rim ou parte do fígado, desde que seja juridicamente capaz, não comprometa sua própria saúde e haja compatibilidade. A legislação brasileira exige que a doação seja feita entre parentes até o quarto grau ou, em caso de não parentes, com autorização judicial. O doador falecido pode ter a morte constatada por parada cardiorrespiratória irreversível ou por morte encefálica (ME). A Morte Encefálica é a cessação irreversível das funções de todo o encéfalo e é legalmente considerada morte no Brasil. É o principal critério para a doação de órgãos sólidos, pois permite que os órgãos sejam mantidos viáveis através de suporte ventilatório e hemodinâmico. A doação após parada cardiorrespiratória (DCD - Donation after Circulatory Death) também é uma modalidade crescente, principalmente para tecidos e, em alguns protocolos, para órgãos. A afirmativa 1 é falsa porque o doador vivo não pode doar qualquer órgão independentemente de sua saúde; a afirmativa 2 é falsa porque a ME é, sim, critério legal de doação; e a afirmativa 3 é verdadeira, pois ambos os tipos de morte são considerados para doação.
Um doador vivo deve ser juridicamente capaz, ter compatibilidade sanguínea e tecidual com o receptor, e a doação não deve comprometer sua própria saúde. A doação é restrita a órgãos que não causem prejuízo grave à saúde do doador, como um rim ou parte do fígado.
Morte Encefálica (ME) é a cessação irreversível das funções de todo o encéfalo, incluindo o tronco cerebral. É um critério legal de morte no Brasil e é fundamental para a doação de órgãos sólidos, pois permite que os órgãos sejam mantidos perfundidos e viáveis até o transplante.
No Brasil, o doador falecido pode ser aquele cuja morte foi constatada por Morte Encefálica (ME), permitindo a doação de órgãos sólidos, ou por Parada Cardiorrespiratória (PCR), que geralmente permite a doação de tecidos e, em alguns protocolos, órgãos específicos.
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