SUS-RR - Sistema Único de Saúde de Roraima — Prova 2021
O divertículo faringoesofágico (de Zenker) é o mais comum divertículo esofágico encontrado hoje em dia. Ele é encontrado, especificamente, herniando no triângulo de Killian que apresenta os limites anatômicos dos músculos.
Divertículo de Zenker hernia no triângulo de Killian, entre músculos tireofaríngeo e cricofaríngeo.
O divertículo de Zenker é um pseudodivertículo que se forma por herniação da mucosa faríngea através de uma área de fraqueza na parede posterior da faringe, o triângulo de Killian, localizado entre as fibras oblíquas do músculo tireofaríngeo e as fibras transversas do músculo cricofaríngeo.
O divertículo faringoesofágico, mais conhecido como divertículo de Zenker, é o tipo mais comum de divertículo esofágico. Trata-se de um pseudodivertículo, o que significa que apenas a mucosa e a submucosa herneiam, e não todas as camadas da parede esofágica. Ele se forma na parede posterior da faringe, em uma área de fraqueza anatômica conhecida como triângulo de Killian. Essa condição é mais prevalente em idosos e pode causar sintomas significativos. O triângulo de Killian é uma região triangular localizada entre as fibras oblíquas do músculo tireofaríngeo e as fibras transversas do músculo cricofaríngeo, que são componentes do músculo constritor inferior da faringe. A herniação ocorre devido a uma disfunção no relaxamento do esfíncter esofágico superior (EES), levando a um aumento da pressão intraluminal durante a deglutição, que força a mucosa a protruir por essa área de menor resistência. Os sintomas incluem disfagia orofaríngea, regurgitação de alimentos não digeridos, halitose e tosse. O diagnóstico é confirmado por esofagograma baritado. O tratamento é cirúrgico e envolve a diverticulectomia, muitas vezes combinada com a miotomia do músculo cricofaríngeo para aliviar a obstrução funcional e prevenir a recorrência. A compreensão da anatomia do triângulo de Killian é crucial para o sucesso do tratamento.
Os sintomas incluem disfagia orofaríngea, regurgitação de alimentos não digeridos, halitose, tosse crônica e, em casos graves, aspiração pulmonar.
O diagnóstico é feito principalmente por esofagograma com bário (radiografia contrastada do esôfago), que demonstra a bolsa diverticular. A endoscopia deve ser realizada com cautela devido ao risco de perfuração.
O tratamento é cirúrgico, geralmente por diverticulectomia (remoção do divertículo) e miotomia do cricofaríngeo, que pode ser realizada por via aberta ou endoscópica.
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