HSL/Sírio - Hospital Sírio-Libanês (DF) — Prova 2025
A colonoscopia deve ser realizada durante o episódio agudo de diverticulite para confirmar o diagnóstico.
Colonoscopia é CONTRAINDICADA na diverticulite aguda devido ao risco de perfuração.
A colonoscopia é contraindicada durante o episódio agudo de diverticulite devido ao risco elevado de perfuração intestinal em um cólon inflamado e edemaciado. O diagnóstico da diverticulite aguda é feito clinicamente e confirmado por exames de imagem como a tomografia computadorizada de abdome.
A diverticulite aguda é uma condição inflamatória que afeta os divertículos do cólon, manifestando-se com dor abdominal (geralmente em fossa ilíaca esquerda), febre e alterações do hábito intestinal. O diagnóstico é primariamente clínico, baseado nos sintomas e exame físico, e confirmado por exames de imagem. A tomografia computadorizada (TC) de abdome e pelve com contraste é o método diagnóstico de escolha para a diverticulite aguda. Ela permite visualizar a inflamação dos divertículos, espessamento da parede do cólon, e identificar complicações como abscessos, fístulas ou perfurações. A TC é segura e eficaz na fase aguda. Por outro lado, a colonoscopia é estritamente contraindicada durante o episódio agudo de diverticulite. A insuflação de ar e a manipulação do cólon inflamado e friável aumentam significativamente o risco de perfuração intestinal, uma complicação grave que pode levar a peritonite e sepse. A colonoscopia deve ser reservada para o período pós-agudo (após 6-8 semanas) para rastreamento de câncer colorretal e avaliação da extensão da doença diverticular.
A tomografia computadorizada (TC) de abdome e pelve com contraste é o exame de imagem de escolha para confirmar o diagnóstico de diverticulite aguda, avaliar a extensão da inflamação e identificar complicações.
A colonoscopia é contraindicada durante o episódio agudo de diverticulite devido ao risco aumentado de perfuração do cólon inflamado e edemaciado, o que pode levar a peritonite e sepse.
A colonoscopia é indicada após a resolução do quadro agudo (geralmente 6-8 semanas depois) para excluir outras patologias, como neoplasias colorretais, especialmente em pacientes que nunca realizaram o exame ou que apresentam características atípicas.
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