UFPR/HC - Complexo Hospital de Clínicas da UFPR (PR) — Prova 2020
Os medicamentos diuréticos da classe dos tiazídicos são medicamentos importantes no tratamento da hipertensão arterial sistêmica. Apesar dos benefícios comprovados, esses medicamentos podem apresentar alguns efeitos colaterais que devem ser monitorados especialmente na população idosa. São todos efeitos colaterais associados ao uso dos diuréticos tiazídicos, EXCETO:
Tiazídicos: causam hiponatremia, hipocalemia, hiperuricemia, hiperglicemia e HIPERCALCEMIA.
Os diuréticos tiazídicos são amplamente utilizados no tratamento da hipertensão arterial, mas possuem um perfil de efeitos colaterais que inclui distúrbios eletrolíticos como hiponatremia e hipocalemia, além de hiperuricemia e hiperglicemia. Um efeito distintivo é a hipercalcemia, e não hipocalcemia, devido ao aumento da reabsorção de cálcio nos túbulos renais.
Os diuréticos tiazídicos, como a hidroclorotiazida e a clortalidona, são fármacos de primeira linha no tratamento da hipertensão arterial sistêmica e são amplamente utilizados devido à sua eficácia e baixo custo. Eles atuam inibindo o cotransportador de sódio-cloreto no túbulo contorcido distal dos néfrons, aumentando a excreção de sódio, cloreto e água, e consequentemente reduzindo o volume plasmático e a resistência vascular periférica. Apesar de seus benefícios, os tiazídicos apresentam um perfil de efeitos colaterais que exige monitoramento, especialmente em idosos. Os distúrbios eletrolíticos são comuns e incluem hiponatremia (dilucional ou deplecional), hipocalemia (pela maior entrega de sódio ao túbulo coletor, aumentando a secreção de potássio) e hipomagnesemia. Metabolicamente, podem causar hiperuricemia, que pode precipitar crises de gota, e hiperglicemia, o que requer cautela em pacientes diabéticos ou com risco de diabetes. Um efeito distintivo e importante é a hipercalcemia, pois os tiazídicos aumentam a reabsorção de cálcio no túbulo distal. O manejo desses efeitos colaterais envolve a monitorização regular dos eletrólitos e da glicemia, ajuste de dose ou substituição do diurético, e suplementação de potássio, se necessário. A fotossensibilidade cutânea é outro efeito adverso conhecido. Compreender esses efeitos é crucial para a segurança do paciente e para otimizar o tratamento anti-hipertensivo, garantindo a adesão e minimizando complicações.
Os diuréticos tiazídicos frequentemente causam hiponatremia (diminuição do sódio), hipocalemia (diminuição do potássio) e hipercalcemia (aumento do cálcio), além de hipomagnesemia.
Os tiazídicos aumentam a reabsorção de cálcio no túbulo contorcido distal, o que pode levar à hipercalcemia, um efeito que os diferencia de outros diuréticos e pode ser útil em pacientes com nefrolitíase por cálcio.
Além dos distúrbios eletrolíticos, os tiazídicos podem causar hiperuricemia (aumento do ácido úrico, podendo precipitar crises de gota) e hiperglicemia (aumento da glicose), o que exige monitoramento em pacientes diabéticos.
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