HAC - Hospital Angelina Caron (PR) — Prova 2024
Sobre os distúrbios de motilidade esofágica, correlacione as colunas A e B e assinale a alternativa com a seqüência correta:Coluna A[A] Espasmo esofágico difuso[B] Esôfago quebra-nozes[C] Acalásia[D] Esfíncter esofágico inferior hipertensivoColuna B[ ] é definido como uma pressão de relaxamento média integrada superior a 15mmHg. O diagnóstico difere pela evidência de peristaltismo efetivo.[ ] o significado literal é “falha no relaxamento”. Também conhecida por ser condição pré-maligna do esôfago[ ] distúrbio de hipermotilidade. A patologia básica está relacionada com uma anomalia motora do corpo do esôfago[ ] distúrbio caracterizado por contratilidade excessiva. Esôfago com peristaltismo hipertensivo ou contrações peristálticas de grande amplitude
Acalásia = falha relaxamento EEI + aperistalse. Esôfago quebra-nozes = peristalse hipertensiva. Espasmo difuso = contrações simultâneas.
A manometria esofágica de alta resolução é a ferramenta diagnóstica padrão-ouro para os distúrbios de motilidade esofágica, permitindo diferenciar condições como acalásia, espasmo esofágico difuso e esôfago quebra-nozes com base em padrões específicos de pressão e peristaltismo.
Os distúrbios de motilidade esofágica são um grupo de condições que afetam a capacidade do esôfago de transportar alimentos e líquidos para o estômago, resultando em sintomas como disfagia, dor torácica não cardíaca e regurgitação. A compreensão desses distúrbios é fundamental para o diagnóstico diferencial de queixas gastrointestinais e torácicas, sendo a manometria esofágica de alta resolução a principal ferramenta diagnóstica. A fisiopatologia desses distúrbios envolve alterações na inervação ou na musculatura lisa do esôfago. A acalásia, por exemplo, é causada pela degeneração dos neurônios inibitórios no plexo mioentérico, levando à falha no relaxamento do esfíncter esofágico inferior (EEI) e à aperistalse. Outros distúrbios, como o espasmo esofágico difuso e o esôfago quebra-nozes, envolvem padrões anormais de contração esofágica, seja por contrações simultâneas ou por peristaltismo de alta amplitude, respectivamente. O tratamento varia amplamente dependendo do distúrbio específico. Para a acalásia, as opções incluem dilatação pneumática, miotomia de Heller (cirúrgica ou endoscópica - POEM) e injeção de toxina botulínica. Para os distúrbios de hipermotilidade, como o espasmo esofágico difuso e o esôfago quebra-nozes, o manejo inicial é frequentemente clínico, com relaxantes musculares, bloqueadores de canal de cálcio e inibidores da bomba de prótons, além de modificações dietéticas e comportamentais.
A manometria esofágica de alta resolução é o exame padrão-ouro para diagnosticar distúrbios de motilidade esofágica, avaliando a pressão e o relaxamento do esfíncter esofágico inferior (EEI) e a coordenação e amplitude das contrações peristálticas do corpo esofágico.
A acalásia é um distúrbio primário da motilidade esofágica caracterizado pela ausência de peristaltismo no corpo esofágico e pela falha no relaxamento do esfíncter esofágico inferior (EEI) durante a deglutição, resultando em disfagia progressiva para líquidos e sólidos.
O esôfago quebra-nozes é um distúrbio de hipermotilidade com peristaltismo efetivo, mas com contrações de amplitude excessivamente alta. Já o espasmo esofágico difuso é caracterizado por contrações simultâneas, não propulsivas e de alta amplitude, com relaxamento do EEI geralmente preservado.
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