Vômitos Crônicos: Distúrbios Hidroeletrolíticos Comuns

UERJ/HUPE - Hospital Universitário Pedro Ernesto (RJ) — Prova 2018

Enunciado

Pedreiro de 25 anos, natural do estado do Rio de Janeiro, vai a uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), referindo que nos últimos quatro meses tem apresentado dor epigástrica em queimação e dificuldade para se alimentar, sentindo plenitude pós- prandial, o que restringe sua ingesta. Na última semana, tem apresentado vômitos frequentes, dificultando sua ingesta alimentar. Veio acompanhado pela mãe, que informa que o paciente perdeu 6 kg em seis meses. Ao exame físico: altura = 1,71 m; peso = 45 kg; PA = 100 x 50 mmHg; FC = 110 bpm; desidratado ++/4+; hipocorado +/4+; anictérico; acianótico e apirético. Ao exame do abdome, este encontra-se escavado, com abaulamento discreto na região epigástrica. A ausculta revela peristalse normal; à palpação está indolor, não se notam massas ou tumorações e há borborigmo quando se palpa a região discretamente abaulada. Imediatamente após o exame, o paciente apresentou vômito de aspecto esverdeado. Os exames pulmonar e cardiovascular não apresentaram alterações.Em quadros clínicos semelhantes a esse, o distúrbio hidroeletrolítico mais frequente é:

Alternativas

  1. A) Alcalose hipomagnesiana.
  2. B) Acidose hiperclorêmica.
  3. C) Acidose hipernatrêmica.
  4. D) Alcalose hipocalêmica.

Responda esta e mais de 150 mil questões comentadas no MedEvo — a plataforma de residência médica com IA.

Responder questão no MedEvo