Distócia de Ombro: Diagnóstico e Manejo em Obstetrícia

IAMSPE/HSPE - Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público - Hospital do Servidor (SP) — Prova 2017

Enunciado

Paciente em sua quarta gestação, com 3 filhos vivos nascidos de partos normais, obesa, grávida de 40 semanas, apresentou-se à maternidade em trabalho de parto, em boas condições clínicas, exceto pela obesidade, com medida da altura uterina de 41 cm, feto em apresentação cefálica, dorso à esquerda, batimentos cardiofetais de 144/minuto. A dinâmica uterina revelou 3 contrações em 10 minutos. Rapidamente, o trabalho de parto evoluiu, mas foi difícil a expulsão fetal, necessitando de manobras por parte do obstetra, apesar de ter sido praticada ampla episiotomia. A criança nasceu com 4200 g, escore de Apgar de 6 e 9, respectivamente ao primeiro e ao quinto minuto, e apresentou fratura de clavícula. A mãe teve prolongamento da episiotomia e lacerações periuretrais. Essa descrição sugere ter ocorrido:

Alternativas

  1. A) Distócia de ombro. 
  2. B) Distócia do estreito inferior da bacia. 
  3. C) Distócia funcional. 
  4. D) Deflexão da cabeça fetal. 
  5. E) Distócia de rotação

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