Distócia de Ombro e Atonia Uterina: Manejo Essencial

UEM - Hospital Universitário de Maringá (PR) — Prova 2019

Enunciado

G4P3, 41 semanas de gestação comparece a maternidade em trabalho de parto, dilatação de 9cm, bolsa rota com saída de líquido amniótico claro com grumos, evoluiu para parto vaginal com despreendimento do polo cefálico porém com impactação do ombro anterior contra a sínfise púbica sendo necessário manobras adicionais para o desprendimento das espáduas. Retirado recém-nascido de 4502g e Apgar 8/9/10. Realizado dequitação placentária íntegra. Revisão de canal de parto sem lacerações no trajeto. Após o parto foi encaminhada para a sala de recuperação pós parto. Após 30 minutos apresentou quadro de sangramento vaginal abundante, frequência cardíaca 120, pressão arterial 80 x 50 mmHg, frequência cardíaca 120 bpm. Sobre o caso exposto assinale a alternativa INCORRETA:

Alternativas

  1. A) A paciente do caso apresentou quadro de distócia de ombro seguindo de atonia uterina
  2. B) São fatores de risco para atonia uterina a multiparidade e a macrossomia 
  3. C) As manobras de Mc Roberts e a pressão suprapúbica são consideradas de primeira linha nos casos de distócia de ombro
  4. D) A manobra de Mc Roberts para distócia de ombro consiste na hiper-extensão adução das coxas
  5. E) O tratamento da atonia uterina engloba: massagem uterina, agentes uterotônicos como ocitocina, metilergonovina e prostaglandinas. Porém em casos graves que não respondem ao uso de medicamentos pode ser necessário procedimento cirúrgico como a sutura de B-Lynch e até mesmo a histerectomia

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