HAS - Hospital Adventista Silvestre (RJ) — Prova 2021
Sobre as discinesias é correto afirmar:
Distocia cervical ativa = espasmo funcional do orifício interno do colo, podendo evoluir para anel de constrição.
A distocia cervical ativa é um distúrbio funcional do colo uterino, onde o orifício interno não dilata adequadamente devido a um espasmo. O anel de constrição é uma forma grave dessa distocia, caracterizada por um espasmo localizado no istmo uterino, impedindo a progressão do parto e a descida fetal.
As discinesias uterinas representam distúrbios da contratilidade uterina que podem prolongar ou obstruir o trabalho de parto, sendo uma causa comum de distocia. Elas são classificadas de acordo com a frequência, intensidade, duração e coordenação das contrações, bem como o tônus uterino basal, impactando a progressão do parto e a segurança materno-fetal. A distocia cervical ativa é um tipo específico de discinesia, caracterizada por um espasmo funcional do orifício interno do colo uterino, que impede sua dilatação, mesmo na presença de contrações uterinas adequadas. É importante notar que o espasmo ocorre internamente, e não no orifício externo, diferenciando-a de outras condições. Uma forma grave da distocia cervical ativa é o anel de constrição, que se manifesta como um espasmo localizado no istmo uterino, formando um anel que impede a descida do feto. O manejo das discinesias uterinas varia conforme o tipo e a causa, podendo incluir medidas de suporte, ocitocina para hipoatividade, tocolíticos para hiperatividade ou, em casos graves como o anel de constrição, intervenção cirúrgica para resolução da distocia.
A distocia cervical ativa é um distúrbio funcional do trabalho de parto caracterizado por um espasmo do orifício interno do colo uterino, que impede sua dilatação adequada, mesmo na presença de contrações uterinas eficazes. Não há espasmo do orifício externo.
O anel de constrição é uma forma extrema e localizada da distocia cervical ativa, onde um espasmo segmentar do istmo uterino forma um anel que impede a descida fetal e a progressão do parto, representando uma complicação grave.
As discinesias uterinas incluem hipoatividade (contrações fracas/infrequentes), hiperatividade (contrações excessivas), hipertonia (aumento do tônus basal) e incoordenação (contrações irregulares ou assíncronas), além da distocia cervical ativa.
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