Dissecção Aguda de Aorta: Diagnóstico e Manejo Crítico

HVC-SP - Hospital Vera Cruz (SP) [INATIVO] — Prova 2023

Enunciado

Homem de 59 anos de idade é admitido na unidade de emergência devido a dor retroesternal de início súbito, de forte intensidade e sem irradiação, há cerca de uma hora. Relata ainda que não consegue sentir ou movimentar sua perna esquerda. Tem antecedente de hipertensão arterial sistémica mal controlada e tabagismo. Ao exame, tem pressão arterial de 210x130mmHg, frequência cardíaca de 110bpm, frequência respiratória de 22irpm, estando afebril. Apresenta sopro aórtico diastólico, aspirativo, de intensidade 4/6 e com irradiação para foco mitral. O membro inferior esquerdo apresenta pulsos ausentes, com força muscular grau 2/5 e com sensibilidade reduzida Sem outras alterações. Glicemia capilar de 122mg/dL. Foi realizado o eletrocardiograma que pode ser visto na imagem a seguir: Não há serviço de hemodinâmica na unidade e o mais próximo fica a três horas de distância. Considerando a hipótese diagnóstica mais provável, qual é a conduta neste momento?

Alternativas

  1. A) Iniciar ácido acetilsalicílico e clopidogrel em dose de ataque, anticoagulação endovenosa com heparina de baixo peso molecular e proceder à trombólise química.
  2. B) Iniciar ácido acetilsalicílico e clopidogrel em dose de ataque, solicitar tomografia de crânio de urgência e proceder à trombólise química, se não houver contraindicação.
  3. C) Solicitar radiografia de tórax e aguardar resultado da dosagem de troponina e d-dímero antes de indicar ou contraindicar trombólise química.
  4. D) Solicitar angiotomografia de aorta e grandes vasos de urgência e não proceder com a trombólise química, reavaliando sua indicação após o resultado do exame.

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