ISMEP - Instituto de Saúde e Medicina de Brasília (DF) — Prova 2023
Os disrafismos espinhais ocultos são um grupo de afecções dorsais que existem abaixo de uma cobertura intacta de derme e epiderme. Como a pele e o tecido nervoso se originam do ectoderma, anomalias de ambos podem ocorrer simultaneamente. Em relação a esse tema, é correto afirmar que representa um estigma neurocutâneo
Disrafismo espinhal oculto → Estigmas neurocutâneos como sinus dérmicos, tufos de pelos, lipomas.
Disrafismos espinhais ocultos são malformações congênitas da coluna vertebral e medula espinhal, frequentemente associados a estigmas cutâneos na linha média dorsal. Sinus dérmicos, tufos de pelos, lipomas e hemangiomas são sinais de alerta que indicam a necessidade de investigação por imagem para descartar anomalias subjacentes.
Os disrafismos espinhais ocultos representam um grupo de malformações congênitas da coluna vertebral e da medula espinhal que não são visíveis externamente, pois a pele e a epiderme sobrejacentes estão intactas. No entanto, devido à origem ectodérmica comum da pele e do sistema nervoso, essas anomalias internas frequentemente se manifestam através de estigmas cutâneos na linha média dorsal, que servem como importantes sinais de alerta para o pediatra e o neurologista. Entre os estigmas neurocutâneos mais relevantes, destacam-se os sinus dérmicos, que são pequenas aberturas na pele que podem se estender profundamente até o canal espinhal, representando um risco de infecção (meningite) e frequentemente associados a outras malformações medulares. Outros sinais incluem tufos de pelos (hipertricose localizada), lipomas subcutâneos, hemangiomas, manchas pigmentadas e fossetas sacrais atípicas (grandes, profundas ou localizadas acima do sulco interglúteo). A identificação desses estigmas cutâneos é crucial para o diagnóstico precoce dos disrafismos espinhais ocultos. A investigação por imagem, geralmente com ultrassonografia da coluna em neonatos e Ressonância Magnética em crianças maiores, é essencial para delinear a extensão da malformação e planejar a intervenção cirúrgica, quando indicada. O tratamento visa prevenir déficits neurológicos progressivos e complicações como infecções ou disfunção vesical/intestinal.
Os principais estigmas incluem sinus dérmicos, tufos de pelos (hipertricose localizada), lipomas subcutâneos, hemangiomas, manchas pigmentadas e fossetas sacrais atípicas (grandes, profundas ou fora da linha média).
Um sinus dérmico é uma abertura na pele que pode se estender até o canal espinhal, criando uma via para infecções (meningite) ou estando associado a malformações da medula espinhal, como medula presa ou cistos dermoides.
O diagnóstico precoce permite a intervenção cirúrgica antes do desenvolvimento de déficits neurológicos irreversíveis, como fraqueza muscular, alterações sensitivas, deformidades ortopédicas ou disfunção vesical/intestinal.
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