Displasia de Alto Grau no Esôfago de Barrett: Conduta

HMTJ - Hospital e Maternidade Therezinha de Jesus (MG) — Prova 2016

Enunciado

Paciente 44 anos com histórico de doença do refluxo gastroesofágico há 22 anos em uso contínuo de bloqueador de bomba de prótons apresenta-se assintomático. Submetido a endoscopia digestiva alta de controle com biópsia, identificou-se lesão em terço distal esofageano comprometendo toda circunferência do órgão com 7 cm de extensão, cujo laudo da biópsia foi esofagite grave com Barret e displasia de alto grau. A conduta mais apropriada é submeter o paciente à:

Alternativas

  1. A) Hiatoplastia e fundoplicatura (Nissen modificado) por laparotomia em decorrência do processo inflamatório peri-esofageano pelo tempo de doença.
  2. B) Hiatoplastia e fundoplicatura (Nissen modificado) por laparoscopia em decorrência da melhor recuperação pós-operatória que proporciona.
  3. C) Esofagectomia, pois em aproximadamente 10 % dos casos há carcinoma in situ associado.
  4. D) Radioterapia e quimioterapia.

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