Santa Casa de Campo Grande (MS) — Prova 2023
Todas as alternativas abaixo são fatores que contribuíram para o aumento de casos de dispepsia na população pediátrica, exceto:
Baixo peso corporal NÃO é fator de risco para aumento de dispepsia pediátrica; outros fatores incluem AINEs, erros alimentares e estresse.
A dispepsia em crianças tem aumentado devido a múltiplos fatores como o uso de AINEs/corticosteroides, hábitos alimentares inadequados e estresse psicossocial. O baixo peso corporal, por si só, não é um fator causal direto para o aumento da incidência de dispepsia.
A dispepsia na população pediátrica tem sido cada vez mais diagnosticada, refletindo mudanças no estilo de vida e nos hábitos de saúde. É um conjunto de sintomas que incluem dor ou desconforto na parte superior do abdome, saciedade precoce, plenitude pós-prandial e náuseas, podendo ser funcional ou associada a causas orgânicas. Entre os fatores que contribuem para o aumento da incidência, destacam-se o uso mais frequente de medicamentos como anti-inflamatórios não esteroides (AINEs) e corticosteroides, que podem irritar a mucosa gástrica. Erros alimentares, como dietas ricas em gorduras e alimentos processados, e o aumento de transtornos psicológicos e psiquiátricos, que afetam o eixo cérebro-intestino, também desempenham um papel significativo. Para os residentes, é crucial reconhecer esses fatores para uma abordagem diagnóstica e terapêutica eficaz. O baixo peso corporal, embora possa ser uma consequência de doenças crônicas ou má nutrição, não é um fator que causa o aumento da dispepsia, mas sim um possível achado associado a condições subjacentes que precisam ser investigadas. A compreensão desses nuances é fundamental para o manejo adequado da dispepsia em crianças.
Fatores como o uso frequente de anti-inflamatórios não esteroides (AINEs) e corticosteroides, erros alimentares (dieta inadequada) e transtornos psicológicos/psiquiátricos (estresse, ansiedade) são importantes contribuintes.
Dietas ricas em gorduras, alimentos processados, bebidas gaseificadas e horários irregulares de refeição podem sobrecarregar o sistema digestório, levando a sintomas dispépticos como dor epigástrica, saciedade precoce e plenitude pós-prandial.
O eixo cérebro-intestino é fundamental; estresse, ansiedade e depressão podem alterar a motilidade gastrointestinal, a percepção da dor visceral e a secreção de ácidos, exacerbando ou precipitando sintomas dispépticos em crianças.
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