Manejo Inicial da Dispepsia: Quando Testar H. pylori?

MedEvo Simulado — Prova 2026

Enunciado

Mulher de 34 anos, advogada, sem comorbidades prévias, procura atendimento médico com queixa de dor e sensação de queimação em região epigástrica há cerca de dois meses. Relata que o desconforto é intermitente, muitas vezes acompanhado de sensação de plenitude após as refeições e eructações ocasionais. Nega perda ponderal, vômitos, disfagia, melena ou despertares noturnos devido à dor. Não faz uso regular de anti-inflamatórios não esteroides (AINEs) e não possui histórico familiar de neoplasias gastrointestinais. Ao exame físico, apresenta-se em bom estado geral, corada, hidratada, com abdome plano, ruídos hidroaéreos presentes e leve dor à palpação profunda do epigástrio, sem massas ou visceromegalias. Sinais vitais normais. De acordo com o quadro clínico apresentado e os princípios do raciocínio clínico, a conduta inicial mais adequada é:

Alternativas

  1. A) Solicitar endoscopia digestiva alta imediata para avaliação de mucosa gástrica e pesquisa de malignidade.
  2. B) Iniciar tratamento empírico com inibidor de bomba de prótons por 2 semanas e, se houver melhora, suspender.
  3. C) Realizar teste não invasivo para detecção de Helicobacter pylori, como o teste respiratório da ureia marcada.
  4. D) Solicitar ultrassonografia de abdome superior e dosagem de amilase e lipase para investigar pancreatite crônica.

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