Dislipidemia em Diabéticos: Estatinas e Redução de LDL-c

FUBOG - Fundação Banco de Olhos de Goiás — Prova 2018

Enunciado

Quando avaliamos a abordagem da Dislipidemia de um paciente diabético, devemos considerar diversos fatores, aponte a alternativa INCORRETA:

Alternativas

  1. A) Assim, convencionou-se chamar de “moderado” o tratamento capaz de reduzir o LDL-c de 30% a 50% e de “intensivo” o tratamento em que se pretende redução de LDL-c acima de 50%.
  2. B) Não há um tipo específico de estatina que configure tratamento moderado ou intensivo. Desde que sejam atingidos os critérios de redução acima descritos, qualquer estatina poderia ser usada. Na prática, entretanto, pelo observado nos estudos disponíveis, a média de redução de LDL-c dependerá muito do tipo e da dose de estatina utilizada.
  3. C) Em geral, as estatinas menos potentes, como a atorvastatina e a rosuvastatina, em doses altas, têm menor probabilidade de obter sucesso no tratamento intensivo.
  4. D) É importante fazer a ressalva de que a resposta biológica varia muito de indivíduo para indivíduo, e não se pode esquecer que as medidas de estilo de vida exercem papel muito importante na otimização do tratamento.

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