Disfagia por Megaesôfago: Manejo do Resíduo Esofágico

SES-PE - Secretaria de Estado de Saúde de Pernambuco — Prova 2023

Enunciado

Homem, 86 anos, acamado, passado de AVE, insuficiência cardíaca com FE 21%, evoluindo com disfagia progressiva há 2 anos. No momento, não aceita nem líquidos. Foi avaliado pela fonoaudiologia que não evidenciou distúrbio de deglutição. Submetido à endoscopia digestiva alta, porém o esôfago encontrava-se com importante aumento de seu calibre e com grande quantidade de resíduo sólido não aspirável por endoscopia, não sendo possível identificar ou ultrapassar a cárdia. Analisando o caso em questão, qual a próxima conduta a ser tomada?

Alternativas

  1. A) Uma vez que a endoscopia não foi possível, realizar uma gastrostomia cirúrgica por laparotomia.
  2. B) Manter o paciente em nutrição parenteral total por uma semana e repetir endoscopia.
  3. C) Realizar gastrostomia por laparoscopia, com entubação por sequência rápida devido ao risco de broncoaspiração pelo resíduo esofágico.
  4. D) Esvaziamento esofágico com sonda nasoesofágica calibrosa com o paciente consciente em posição ortostática até retorno limpo. Depois, repetir endoscopia para diagnóstico e possível gastrostomia endoscópica.
  5. E) Realizar manometria esofágica com 6h de jejum do paciente.

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