HMMG - Hospital e Maternidade Municipal de Guarulhos (SP) — Prova 2025
Difteria é doença toxiinfecciosa aguda, contagiosa, potencialmente letal, imuno prevenível, causada por toxigênico:
Difteria = Corynebacterium diphtheriae toxigênico (gene tox fago β) → placas pseudomembranosas.
A difteria é uma doença toxiinfecciosa causada por cepas toxigênicas de Corynebacterium diphtheriae, cuja virulência é mediada pela toxina diftérica, codificada pelo gene tox adquirido por lisogenia de um fago β.
A difteria é uma doença infecciosa aguda e contagiosa, prevenível por vacinação, causada por cepas toxigênicas de Corynebacterium diphtheriae. Apesar da ampla cobertura vacinal, surtos e casos esporádicos ainda ocorrem, especialmente em populações não vacinadas ou com esquemas incompletos. É crucial o reconhecimento precoce devido ao seu potencial letal. A patogenicidade da difteria está intrinsecamente ligada à produção da toxina diftérica, uma exotoxina potente. O gene 'tox' que codifica essa toxina não é intrínseco à bactéria, mas é adquirido por um processo de lisogenia, onde um bacteriófago (fago β) infecta o C. diphtheriae e integra seu material genético, incluindo o gene 'tox', ao genoma bacteriano. A doença é caracterizada pela formação de pseudomembranas branco-acinzentadas, firmemente aderidas, que podem se localizar nas amígdalas, faringe, laringe e fossas nasais. Raramente, pode afetar outras mucosas e a pele. O tratamento envolve a administração de antitoxina diftérica e antibióticos, além de suporte respiratório em casos de obstrução das vias aéreas. A vacinação é a medida preventiva mais eficaz.
O principal fator de virulência é a toxina diftérica, uma exotoxina potente que inibe a síntese proteica nas células hospedeiras, causando necrose tecidual e danos sistêmicos, incluindo miocardite e neuropatia.
A capacidade de produzir a toxina diftérica é adquirida por meio da lisogenia, onde o gene tox é transferido para a bactéria por um bacteriófago específico, o fago β, que integra seu material genético ao genoma bacteriano.
Além da faringe e amígdalas, a difteria pode se manifestar na laringe, fossas nasais e, ocasionalmente, em outras mucosas e na pele, formando úlceras com pseudomembranas características.
Responda esta e mais de 150 mil questões comentadas no MedEvo — a plataforma de residência médica com IA.
Responder questão no MedEvo