TEP: Algoritmo Diagnóstico e Exclusão Segura

UFPR/HC - Complexo Hospital de Clínicas da UFPR (PR) — Prova 2020

Enunciado

O Comitê de Guidelines Clínicos do ACP (American College of Physicians) preconiza a utilização de escores de avaliação, exames laboratorial e de imagem na estratificação da probabilidade diagnóstica de tromboembolismo pulmonar (TEP) em adultos (exceto gestantes), conforme o contexto clínico individualizado. Analise os cenários a seguir, considerando uma paciente feminina de 30 anos, oriunda de população com baixa prevalência de TEP; para cálculo de probabilidade, utilizam-se os critérios de Wells; aplicam-se os critérios PERC (Pulmonary Embolism Rule-out Criteria) na etapa preconizada quando aplicável; e D-dímero por ELISA (nova geração). Em qual cenário permite-se excluir TEP por meio do uso correto do algoritmo diagnóstico e das ferramentas complementares, isto é, sem desperdício de alguma etapa?

Alternativas

  1. A) Wells: probabilidade baixa → PERC: seis critérios não preenchidos → exclusão TEP.
  2. B) Wells: probabilidade baixa → PERC: todos critérios preenchidos → D-dímero: 180 ng/mL → exclusão TEP.
  3. C) Wells: probabilidade baixa → PERC: um critério não preenchido → D-dímero: 790 ng/mL → AngioTC: negativa → exclusão TEP.
  4. D) Wells: probabilidade intermediária → D-dímero: 600 ng/mL → exclusão TEP.
  5. E) Wells: probabilidade alta → D-dímero: 820 ng/mL → AngioTC: negativa → exclusão TEP.

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