Síndrome Coronariana Aguda: Diagnóstico Multimodal na Emergência

HA Barretos - Hospital de Amor (SP) — Prova 2018

Enunciado

Hoje pela manhã um paciente deu entrada no Hospital se queixando de intensa dor torácica com irradiação para dorso, sua adequada conduta foi baseada no seguinte item:

Alternativas

  1. A) Todo paciente selecionado com dor torácica típica apenas, visto na sala de emergência, deve ser submetido imediatamente a um ECG, o qual deverá ser prontamente interpretado.
  2. B) Um novo ECG deve ser obtido no máximo 5h após o 1° em pacientes com suspeita clínica de Síndrome Coronariana Aguda ou qualquer outra doença cardiovascular aguda, mesmo que o ECG inicial tenha sido normal, ou a qualquer momento em caso de recorrência da dor torácica ou surgimento de instabilidade clínica.
  3. C) Devido à sua baixa sensibilidade para o diagnóstico de Síndrome Coronariana Aguda, o ECG nunca deve ser o único exame complementar utilizado para confirmar ou afastar o diagnóstico da doença, necessitando de outros testes simultâneos, como marcadores de necrose miocárdica, monitor do segmento ST, ecocardiograma e testes de estresse.
  4. D) Se disponível, o monitor de tendência do segmento ST deve ser utilizado, substituindo o ECG em pacientes com dor torácica e suspeita clínica de Síndrome Coronariana Aguda sem supra desnível do segmento ST para fins diagnósticos e prognósticos.

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