PSU-GO - Processo Seletivo Unificado de Goiás — Prova 2025
A sífilis é uma infecção sexualmente transmissível (IST) de grande relevância, pois além da possibilidade de transmissão vertical com morbimortalidade fetal, durante a infecção adquirida, pode cursar com sequelas neurológicas incapacitantes. Na avaliação dos casos é indicado
Diagnóstico de sífilis ativa = VDRL reagente + 2 testes treponêmicos reagentes (sem histórico de tratamento).
O diagnóstico de sífilis ativa para tratamento requer a presença de um teste não treponêmico (VDRL) reagente e a confirmação por pelo menos dois testes treponêmicos de metodologias diferentes reagentes, em um paciente sem tratamento prévio ou com evidência de reinfecção/falha.
A sífilis é uma infecção sexualmente transmissível causada pela bactéria Treponema pallidum, com grande impacto na saúde pública devido à sua capacidade de causar sequelas graves e à transmissão vertical. O diagnóstico precoce e o tratamento adequado são fundamentais para interromper a cadeia de transmissão e prevenir complicações. A avaliação diagnóstica baseia-se na combinação de testes não treponêmicos (VDRL, RPR) e treponêmicos (FTA-Abs, TP-PA, ELISA). Os testes não treponêmicos são quantitativos e refletem a atividade da doença, sendo úteis para monitorar a resposta ao tratamento. Já os testes treponêmicos são qualitativos e geralmente permanecem reagentes por toda a vida, mesmo após o tratamento bem-sucedido, indicando exposição prévia. A interpretação conjunta desses testes, aliada ao histórico clínico e epidemiológico, é crucial para definir o estágio da doença e a necessidade de tratamento. A indicação de tratamento é feita para pacientes com testes não treponêmicos reagentes e confirmados por treponêmicos, sem tratamento prévio ou com evidência de reinfecção. Em gestantes, o acompanhamento com VDRL quantitativo é essencial, e a investigação de neurossífilis é indicada em casos específicos, como pacientes vivendo com HIV com falha terapêutica ou sintomas neurológicos.
O diagnóstico da sífilis envolve testes não treponêmicos (como VDRL e RPR) para monitorar a atividade da doença e testes treponêmicos (como FTA-Abs, TP-PA, ELISA) para confirmar a exposição ao Treponema pallidum.
Um paciente deve ser tratado se apresentar testes não treponêmicos reagentes, confirmados por testes treponêmicos, e não tiver histórico de tratamento adequado, ou se houver evidência de reinfecção ou falha terapêutica.
Um VDRL reagente com baixa titulação (ex: 1/2, 1/4) pode indicar sífilis em qualquer estágio, incluindo sífilis tardia, ou uma cicatriz sorológica após tratamento. A interpretação depende do histórico clínico e de outros testes.
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