UDI 24h - Hospital UDI Teresina (PI) — Prova 2021
Quanto ao diagnóstico radiológico das pneumonias adquiridas na comunidade (PAC), assinale a alternativa correta:
RX de tórax NÃO é rotina em crianças com PAC leve/moderada tratada ambulatorialmente.
Em crianças com suspeita de Pneumonia Adquirida na Comunidade (PAC) que apresentam bom estado geral e podem ser tratadas ambulatorialmente, a radiografia de tórax não é rotineiramente recomendada. O diagnóstico clínico é frequentemente suficiente, e o exame radiológico é reservado para casos mais graves, atípicos ou com falha terapêutica.
O diagnóstico da Pneumonia Adquirida na Comunidade (PAC) em crianças baseia-se primariamente na avaliação clínica, que inclui a presença de febre, tosse, taquipneia e outros sinais de desconforto respiratório. A radiografia de tórax, embora seja um exame complementar importante, não é universalmente indicada em todos os casos de suspeita de PAC pediátrica. As diretrizes atuais recomendam que, para crianças com suspeita de PAC que se encontram em bom estado geral e são candidatas a tratamento ambulatorial, a radiografia de tórax não é rotineiramente necessária. O diagnóstico clínico é considerado suficiente, e o tratamento empírico pode ser iniciado. A exposição à radiação, o custo e a pouca alteração na conduta em casos leves justificam essa abordagem. A radiografia de tórax é reservada para situações específicas, como crianças com sinais de gravidade, falha do tratamento ambulatorial inicial, suspeita de complicações (como derrame pleural ou empiema), ou quando há incerteza diagnóstica que possa impactar a decisão de internação ou a escolha do antibiótico. Outros exames de imagem, como a ultrassonografia e a tomografia, têm indicações mais restritas, geralmente para avaliação de complicações ou casos complexos.
Em crianças com PAC, o RX de tórax não é recomendado se o paciente estiver em bom estado geral, sem sinais de gravidade, e puder ser tratado ambulatorialmente. O diagnóstico clínico é suficiente nesses casos.
O RX de tórax é indicado em crianças com PAC que apresentam sinais de gravidade, falha terapêutica, suspeita de complicações (derrame pleural, empiema), ou quando o diagnóstico clínico é incerto e pode influenciar a conduta (ex: internação).
A ultrassonografia de tórax é útil para avaliar derrame pleural e consolidações periféricas, mas não é o exame de escolha para definir a extensão da PAC em todos os casos. A tomografia computadorizada é excelente para complicações, mas não é de rotina devido à radiação e custo.
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