Infertilidade Conjugal: Diagnóstico de SOP e Fator Masculino

UERJ/HUPE - Hospital Universitário Pedro Ernesto (RJ) — Prova 2016

Enunciado

Paciente de 33 anos, nuligesta. Marido de 39 anos, também sem filhos. Infertilidade primária conjugal há 4 anos. Frequência sexual de duas a três vezes por semana. Ela refere ciclos menstruais irregulares (oligomenorreicos) e nega dismenorréia ou dispareunia. Tratamentos prévios: seis tentativas de indução da ovulação via oral (citrato de clomifeno). Exames: USG TV: ovários com volume de 10 cc (direito) e 11 cc (esquerdo), com cerca de 15 folículos antrais em cada ovário. Espermograma do marido (segundo critérios da OMS): 14 milhões/ml; 30% móveis; 29% normais; 60% vivos. HSG: cavidade uterina e trompas normais. Cotte + imediata bilateral. Dosagens hormonais: 1ª fase: FSH = 4,5, LH = 14,5, E2 (estradiol) = 85,0, PRL = 19,0, TSH = 1,5. 2ª fase: P4 (progesterona) = 0,45, PRL (prolactina) = 20,0, TSH = 4,2. Com base no quadro acima, o diagnóstico de infertilidade desse casal é:

Alternativas

  1. A) Anovulação crônica por SOP (síndrome dos ovários policísticos) + fator tubário (Cotte + bilateral significa obstrução tubária bilateral).
  2. B) Anovulação crônica por SOP (síndrome dos ovários policísticos) + fator masculino leve.
  3. C) Fator masculino + endometriomas ovarianos bilaterais (ovários aumentados de volume).
  4. D) Fator masculino + fator tubário (Cotte + bilateral significa obstrução tubária bilateral).

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