DM1: Diagnóstico por Autoanticorpos e Peptídeo-C

Faculdade de Medicina de Petrópolis — Prova 2019

Enunciado

Paciente de 30 anos, obeso, com IMC 35.51 (peso 110/alt 1,76). Tem relato de obesidade na infância e internação hospitalar aos 20 anos por cetoacidose diabética. Desde então faz uso de insulina NPH de forma irregular. Para confirmação do diagnóstico etiológico de diabete melito tipo 1 espera-se:

Alternativas

  1. A) Presença de anticorpos anti-ilhota (ICA) e anti-desidrogenase do ácido glutâmico (GAD) e medida plasmática do peptídeo-C com valores estimulados com menores que 1,5 ng/ml.
  2. B) Glicemia casual após 2h maior ou igual a 199 mg, e dosagem de hemoglobina glicada (HbA1c) maior que 5,7 % em duas aferições, e de frutosamina baixa ou normal; presença de microalbuminúria.
  3. C) Glicemia de jejum ≥ 126 mg e dosagem de hemoglobina glicada (HbA1c) maior que 6,5 % em duas aferições, e de frutosamina elevada; presença de corpos cetônicos na urina.
  4. D) Autoanticorpos contra insulina, descarboxilase do ácido glutâmico (GAD) ou tirosina- fosfatase (IA2) negativos; valores de peptídeo-C acima de 0,9 ng/ml no basal e acima de 1,8 ng/ml após a injeção de glucagon.

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