Esclerose Sistêmica: Autoanticorpos Diagnósticos Chave

Fundação Universidade Federal do Tocantins - Campus Palmas — Prova 2015

Enunciado

Paciente do sexo feminino, 49 anos, branca, há quatro anos apresenta artralgia em mãos, espessamento da pele com discreto edema em mãos, membros, face e tronco, fenômeno de Raynaud e dispneia progressiva. Atualmente, tem dispneia para realizar mínimos esforços. Ao exame físico, a pele se apresentou difusamente espessa, inelástica, lisa e discretamente edemaciada. Articulações sem sinais inflamatórios. Aparelho cardiovascular: pressão arterial de 110 x 70 mmHg e frequência cardíaca de 92 bpm; presença de impulsão sistólica em mesocárdio; ictus palpável no 5º espaço intercostal esquerdo, na linha axilar anterior; segunda bulha palpável em foco pulmonar e hiperfonética à ausculta; sopro sistólico em foco tricúspide, com manobra de Rivero Carvalho positiva, pulsos periféricos normais. Os exames laboratoriais revelaram hematócrito de 45,7%, hemoglobina de 14,7 g/dl e fator antinúcleo positivo em 1:2.560; ureia, creatinina e exame de urina eram normais. A eletromanometria de esôfago mostrou acentuado comprometimento da motilidade de sua porção distal. Ao ecodopplercardiograma, verificou-se insuficiência tricúspide moderada e pressão sistólica estimada em artéria pulmonar de 80 mmHg, estabelecendo o diagnóstico de hipertensão pulmonar grave. Conforme história clínica apresentada, qual dos exames ajudariam no esclarecimento diagnóstico desta paciente? 

Alternativas

  1. A) Fator reumatoide e anti-CCP. 
  2. B) Anti-Jo-1 e HBsAG.
  3. C) Anticentrômero e anti-Scl-70. 
  4. D) Anti-SSA e fator reumatoide.
  5. E) Crioglobulinas e anti-SSB.

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