DPOC: Diagnóstico Clínico e Espirométrico Essencial

HSL PUCRS - Hospital São Lucas da PUCRS (RS) — Prova 2018

Enunciado

Homem, 68 anos, consulta por apresentar dispneia aos esforços há 5 anos e tosse produtiva matinal, especialmente nos meses de inverno, algumas vezes por sibilância. Tabagista há 50 anos, com média de 30 cigarros por dia, nega asma na infância ou necessidade de uso prévio de antibióticos ou corticosteroides. Radiograma de tórax não mostra anormalidades significativas. Espirometria: VEF1 2,5L/min (52% do previsto); CVF 5L (85% do previsto); VEF1\CVF 0,5. Após teste com broncodilatador: VEF1 2,85\min (14% de resposta); CVF 5L; VEF1\ CVF 0,57. Em relação ao caso acima, o diagnóstico mais provável é de

Alternativas

  1. A) DPOC, em função da história clínica e da espirometria.
  2. B) asma, em função da reversibilidade observada na espirometria. 
  3. C) DPOC, justificado pela apresentação clínica e exposição ao tabaco.
  4. D) DPOC e asma associados, em função da resposta do broncodilatador observada na espirometria.
  5. E) asma com remodelamento da via aérea, o que explica a ausência de resposta completa ao broncodilatador.

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