DPOC: Diagnóstico Inicial e Sinais de Alerta

HUSE - Hospital de Urgência de Sergipe Gov. João Alves Filho — Prova 2017

Enunciado

Paciente masculino, 57 anos de idade, com história de tabagismo de 30 cigarros ao dia por 30 anos, atualmente há quatro anos sem fumar, sem história prévia de asma. Chega à consulta ambulatorial referindo episódios de dispneia com sibilância, tosse produtiva diária, com piora progressiva dos sintomas nos últimos seis meses, associada à perda de peso de 10 kg neste período. Atualmente dispneia aos pequenos esforços e recentemente episódios de hemoptise discreta nos quadros de infecção respiratória, sendo o último há três semanas. Exame físico geral sem alterações, paciente eupneico, ausculta pulmonar evidencia sibilos bilateralmente, alguns roncos. Sem linfonodomegalias periféricas, saturação de oxigênio de 93% em ar ambiente.Em relação ao caso acima descrito, é CORRETO afirmar que:

Alternativas

  1. A) Prova de função pulmonar e radiografia de tórax são os exames iniciais a serem solicitados.
  2. B) Não será indicada realização de tomografia computadorizada de tórax.
  3. C) Tratamento para DPOC com corticoide inalado isoladamente deve ser iniciado imediatamente, mesmo antes de resultados de prova de função pulmonar.
  4. D) Tratamento com corticoide oral e antibióticos deve ser iniciado imediatamente.
  5. E) A história de exposiçãoo ao fumo exclui a hipótese diagnóstica de pneumonia intersticial usual.

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