Sífilis: Diagnóstico Diferencial e Controle de Tratamento

Universidade do Estado do Rio Grande do Norte — Prova 2025

Enunciado

A notificação da sífilis e da sífilis congênita obedece à normativa vigente que define a Lista Nacional e Notificação Compulsória de Doenças, Agravos e Eventos de Saúde Pública nos serviços de saúde públicos e privados em todo o território nacional e tem como base a Portaria de Consolidação nº 204, de 17 de fevereiro de 2016. Em relação a essa infecção NÃO PODEMOS afirmar que:

Alternativas

  1. A) O recrudescimento da sífilis deve-se a inúmeras variáveis sociais e comportamentais, entre elas a maior liberdade sexual, turismo sexual e segurança contraceptiva.
  2. B) Síífilis recente tem duração de até um ano após o evento infectivo. Durante a sífilis recente (primarismo e secundarismo sifilítico) existe a maior probabilidade de ocorrer a transmissão vertical do Treponema pallidum, podendo chegar a 80%.
  3. C) Patologias como ptiríase rósea, hanseníase, colagenose, urticária, Síndrome de Behçet, tuberculose e leishmaniose fazem parte do diagnóstico diferencial da sífilis tardia.
  4. D) O controle de tratamento da sífilis deve ser feito com testes não treponêmicos. Espera-se que haja redução de duas diluições em três meses, três diluições em seis meses e negativação ou estabilização em baixas diluições (dois exames sequenciais mensais).

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