SUS-SP - Sistema Único de Saúde de São Paulo — Prova 2019
O diagnóstico de doença de Parkinson baseia-se, fundamentalmente,
Doença de Parkinson → Diagnóstico é CLÍNICO, baseado em história e exame neurológico (bradicinesia + tremor/rigidez).
O diagnóstico da doença de Parkinson é essencialmente clínico, fundamentado na identificação dos sintomas motores cardinais (bradicinesia, rigidez, tremor de repouso e instabilidade postural) através da história e do exame neurológico detalhado.
A doença de Parkinson é uma condição neurodegenerativa progressiva que afeta predominantemente os neurônios dopaminérgicos da substância negra. É a segunda doença neurodegenerativa mais comum, com prevalência crescente com a idade. O reconhecimento precoce e preciso é vital para iniciar o tratamento e melhorar a qualidade de vida do paciente. A fisiopatologia envolve a perda de neurônios dopaminérgicos, levando a um desequilíbrio nos gânglios da base. O diagnóstico é fundamentalmente clínico, baseado na presença de bradicinesia e pelo menos um dos outros sintomas cardinais: rigidez, tremor de repouso ou instabilidade postural. A história clínica detalhada e um exame neurológico minucioso são indispensáveis para identificar esses sinais e sintomas. Embora não haja um exame laboratorial ou de imagem que confirme a doença de Parkinson idiopática, exames complementares podem ser utilizados para excluir outras causas de parkinsonismo. O tratamento é sintomático, visando controlar os sintomas motores e não motores, e a resposta à levodopa é um forte indicativo diagnóstico. É crucial que o residente domine a semiologia neurológica para um diagnóstico acurado.
Os critérios cardinais incluem bradicinesia, associada a tremor de repouso, rigidez ou instabilidade postural. A assimetria dos sintomas é um achado comum.
Exames de imagem como a ressonância magnética são úteis para excluir outras causas de parkinsonismo secundário, como hidrocefalia de pressão normal ou lesões estruturais, mas não confirmam a doença de Parkinson idiopática.
A diferenciação baseia-se em características clínicas específicas, como a resposta à levodopa, a presença de sinais atípicos (ex: disautonomia precoce, paralisia do olhar vertical) e a progressão da doença.
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