Cistite Não Complicada: Diagnóstico e Manejo Clínico
Universidade de Ribeirão Preto — Prova 2018
Enunciado
OJM, 26 anos, previamente com boa saúde, procura atendimento de urgência com queixa de disúria e polaciúria há 2 dias. Nega febre ou outros sintomas. Usa pílula anticoncepcional como método contraceptivo. Ao exame físico apresenta: bom estado geral, Giordano negativo e ao exame ginecológico, dor ao toque da parede vaginal anterior na topografia da bexiga. Restante dentro dos limites da normalidade. Segundo as diretrizes médicas brasileiras mais recentes é correto afirmar que
Alternativas
A) o tratamento com antibióticos neste caso, só poderia ser introduzido após urocultura confirmando infecção urinária.
B) um teste de fita reativa (dipstick) que mostre nitrito negativo praticamente afastaria o diagnóstico de cistite.
C) a ausência de leucocitúria significativa no exame de análise urinária, também conhecido como exame de Urina tipo I, afastaria o diagnóstico de cistite.
D) apenas com base nos dados clínicos acima, é possível firmar diagnóstico de infecção urinária não complicada com mais de 90% de certeza.
E) a bacterioscopia de urina por coloração de Gram seria ótima opção para firmar o diagnóstico de infecção urinária não complicada, pois apresenta alta sensibilidade.
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