SMS Goiânia - Secretaria Municipal de Saúde de Goiânia (GO) — Prova 2020
Homem 55 anos com quadro de constipação intestinal com piora progressiva, fezes em fita, hematoquezia eventual, anemia e hiporexia. Para diagnóstico de neoplasia maligna de cólon devem ser solicitados os seguintes exames:
Suspeita de câncer de cólon (constipação, fezes em fita, hematoquezia, anemia) → Colonoscopia + Tomografias para diagnóstico e estadiamento.
Diante de sintomas sugestivos de neoplasia maligna de cólon, como alteração do hábito intestinal, sangramento retal e anemia, a colonoscopia é o exame padrão-ouro para diagnóstico, permitindo visualização direta e biópsia. As tomografias são essenciais para o estadiamento da doença, avaliando a extensão local e a presença de metástases.
O câncer colorretal (CCR) é uma das neoplasias mais comuns e uma das principais causas de morte por câncer globalmente. A suspeita clínica baseia-se em sintomas inespecíficos que, muitas vezes, são negligenciados. A alteração do hábito intestinal, fezes em fita, hematoquezia, anemia ferropriva inexplicada e perda de peso são sinais de alerta que exigem investigação imediata, especialmente em pacientes de meia-idade ou idosos. O diagnóstico precoce é fundamental para um melhor prognóstico. Para o diagnóstico de neoplasia maligna de cólon, a colonoscopia é o exame de escolha. Ela permite não apenas a visualização direta das lesões e a realização de biópsias para confirmação histopatológica, mas também a remoção de pólipos adenomatosos, que são precursores do câncer. Complementarmente, exames de imagem como a tomografia computadorizada de abdome, pelve e tórax são indispensáveis para o estadiamento da doença. A tomografia avalia a extensão local do tumor, o envolvimento de linfonodos e a presença de metástases à distância, informações cruciais para definir a estratégia terapêutica (cirurgia, quimioterapia, radioterapia). É importante que residentes e estudantes de medicina compreendam a importância da anamnese detalhada e do exame físico, associados à solicitação correta de exames complementares. A pesquisa de sangue oculto nas fezes é um método de rastreamento, mas não diagnóstico definitivo. A ultrassonografia de abdome pode identificar massas, mas não substitui a colonoscopia para visualização da mucosa e biópsia. O manejo adequado do CCR envolve uma abordagem multidisciplinar, desde o diagnóstico até o tratamento e acompanhamento, visando a melhor qualidade de vida e sobrevida para o paciente.
Os sintomas incluem alteração do hábito intestinal (constipação ou diarreia progressiva), fezes em fita, sangramento retal (hematoquezia ou melena), anemia por deficiência de ferro, dor abdominal, perda de peso inexplicada e hiporexia. A presença desses sinais, especialmente em pacientes acima de 50 anos, exige investigação.
A colonoscopia permite a visualização direta de toda a mucosa do cólon e reto, a identificação de lesões (pólipos, massas) e a realização de biópsias para confirmação histopatológica da malignidade. Além disso, possibilita a remoção de pólipos pré-malignos, atuando também como método de prevenção.
As tomografias (abdome, pelve e tórax) são cruciais para o estadiamento da doença. Elas avaliam a extensão do tumor na parede intestinal, o envolvimento de linfonodos regionais e a presença de metástases à distância, principalmente no fígado e pulmões, informações essenciais para o planejamento terapêutico.
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