Anemia por Deficiência de Ferro: Diagnóstico e Tratamento

Santa Casa de Alfenas - Casa de Caridade (MG) — Prova 2018

Enunciado

A Organização Mundial da Saúde (OMS) tem uma classificação por categoria de significância para a saúde pública da anemia por deficiência de ferro (ADF), baseada na sua prevalência e estimada pelos níveis de Hemoglobina (Hb) e hematócrito (Ht), considerando grave a prevalência igual ou maior que 40% numa população. Este seria o caso de muitas regiões do Brasil. A Portaria Nº 1247, de 10 de Novembro de 2014 aprovou o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Anemia por Deficiência de Ferro. A afirmação que está de acordo com esta portaria:

Alternativas

  1. A) A escolha da preparação de ferro vai depender da gravidade da doença e da tolerância do paciente ao ferro oral que é considerado a primeira linha de tratamento. Não existem indicações para o uso parenteral de ferro atualmente devido a possibilidade de graves efeitos adversos.
  2. B) De acordo com os padrões diagnósticos da OMS, a ADF é leve a moderada, se a Hb fica entre 12 a 16 g/dL, e grave, se a Hb for menor que 10 g/dL, com pequenas variações de acordo com a idade, gênero ou presença de gestação.
  3. C) A concentração da ferritina sérica é o mais confiável marcador das reservas de ferro do corpo, não havendo nenhuma situação clínica em que índices baixos não signifiquem deficiência de ferro.
  4. D) O ferro é mais bem absorvido íleo terminal e cólon, onde as proteínas carreadoras do ferro expressam-se mais fortemente. As preparações que liberam ferro antes destas porções intestinais são, pois, ineficazes.

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