Acidose Tubular Renal Tipo II: Diagnóstico e Achados

Universidade de Rio Verde - Campus Rio Verde — Prova 2018

Enunciado

Paciente do sexo masculino, 31 anos, vem em consulta ambulatorial de rotina. Nega queixas e uso contínuo de medicamentos. Refere hábitos intestinais diários, evacuação sem anormalidades. Alega "problema ósseo" quando criança, mas não se lembra como foi tratado. Ao exame físico, PA 120 x 80 mmHg e demais sinais vitais dentro da normalidade. Chama a atenção a baixa estatura. Após investigação clínica, forma solicitados exames complementares e o EAS evidenciou pH urinário 3,5. Diante deste achado, o médico logo pensou que poderia estar diante de uma tubulopatia importante. Assim, realizou teste do bicarbonato, o qual foi positivo, com elevação do pH urinário a 7,4 após a ingesta de bicarbonato de sódio e solicitou eletrólitos e gasomentria arterial, com os seguintes resultados: Na+ sérico: 140 mEq/L (referência: 135 a 145 mEq/L); K+ sérico: 2,9 mEq/L (3,5 a 5,1 mEq/L); Cl- sérico: 116 mEq/L (98 a 107 mEq/L); pH: 7,28 (referência: 7,35 a 7,45); HCO₃: 15 mEq/L (referência: 22 a 28 mEq/L); pO₂: 90 mmHg; pCO₂: 30 mmHg; SpO₂: 98% em ar ambiente. Diante disso, pode-se afirmar que a principal hipótese diagnóstica para o quadro clínico-laboratorial exposto é de:

Alternativas

  1. A) Acidose tubular rela do tipo I.
  2. B) Acidose tubular rela do tipo IV.
  3. C) Síndrome de Liddle (pseudo-hiperaldosterismo).
  4. D) Acidose tubular rela do tipo II.

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