HASP - Hospital Adventista de São Paulo — Prova 2023
O Diabetes Mellitus tipo 2 em crianças e adolescentes é caracterizado por resistência à insulina e diminuição da secreção de insulina, como ocorre em adultos. Sobre a doença é possível afirmar que:
DM2 pediátrico: rastrear assintomáticos com baixo peso ao nascimento + dislipidemia, além de obesidade.
O Diabetes Mellitus tipo 2 em crianças e adolescentes é uma condição crescente, fortemente associada à obesidade e resistência à insulina. O rastreamento é crucial em grupos de risco, incluindo aqueles com baixo peso ao nascimento e dislipidemia, mesmo na ausência de sintomas, para permitir intervenção precoce e prevenir complicações.
O Diabetes Mellitus tipo 2 (DM2) em crianças e adolescentes é uma condição de saúde pública crescente, impulsionada pela epidemia global de obesidade. Caracteriza-se por resistência à insulina e disfunção das células beta pancreáticas, similarmente ao que ocorre em adultos. A prevalência tem aumentado dramaticamente, tornando essencial o conhecimento sobre seus fatores de risco e manejo. Os principais fatores de risco para DM2 pediátrico incluem obesidade (IMC > P95 para idade e sexo), história familiar de DM2, etnia de alto risco (afro-americanos, hispânicos, nativos americanos, asiáticos), sinais de resistência à insulina (como acantose nigricans, hipertensão, dislipidemia, síndrome dos ovários policísticos) e baixo peso ao nascimento. O rastreamento é recomendado para crianças e adolescentes com sobrepeso ou obesidade que apresentem pelo menos dois fatores de risco adicionais. O diagnóstico precoce e a intervenção são cruciais para prevenir complicações agudas e crônicas. O tratamento inicial envolve modificações intensivas no estilo de vida (dieta e exercícios) e, frequentemente, o uso de metformina. O manejo deve ser multidisciplinar, envolvendo pediatras, endocrinologistas, nutricionistas e psicólogos, para abordar não apenas a doença, mas também os fatores psicossociais associados.
Os principais fatores de risco incluem obesidade, história familiar de DM2 em parentes de primeiro ou segundo grau, etnia de alto risco, sinais de resistência à insulina (acantose nigricans, SOP, hipertensão, dislipidemia) e baixo peso ao nascimento.
O rastreamento deve ser considerado a partir dos 10 anos de idade ou no início da puberdade (o que ocorrer primeiro) em crianças com sobrepeso/obesidade e pelo menos dois fatores de risco adicionais.
A SOP é um forte marcador de resistência à insulina e está associada a um risco significativamente aumentado de desenvolver DM2 em adolescentes, justificando o rastreamento regular para diabetes nessa população.
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