Diabetes Tipo 2 Descompensado: Manejo e Ajuste Terapêutico

FBHC - Fundação de Beneficência Hospital de Cirurgia (SE) — Prova 2017

Enunciado

Uma mulher, 64 anos, diabética do tipo 2, com diagnóstico há 12 anos, vem assintomática. Seu estado geral é bom e está hidratada. Seu fundo de olho é normal, não há proteinúria, sem lesões nos pés. Está usando metformina, glibenclamida, enalapril, estatinas e aspirina. Traz exame com hemoglobina glicada de 8,4%; creatinina = 1,6 mg/dl; HDL = 40 mg/dl e LDL = 125 mg/dl. Você realiza uma glicemia capilar no Centro de Saúde e obtém 420 mg/dl, sem cetonemia. A conduta CORRETA e sua base racional deverão ser:

Alternativas

  1. A) Administrar 1 dose de insulina NPH, ainda no Centro de Saúde, para evitar os efeitos tóxicos diretos da hiperglicemia e manter a prescrição original.
  2. B) Reforçar as orientações dietéticas e de atividade física, ajustar a medicação antidiabética oral e fazer controle glicêmico semanal porque não há manifestação de descompensação metabólica aguda.
  3. C) Tranquilizá-la sobre esse valor, afirmando ser uma variação glicêmica habitual em pacientes diabéticos e destituído de importância em longo prazo.
  4. D) Transferir para atendimento de urgência, porque esse valor de glicemia sinaliza grave complicação hiperosmolar. 
  5. E) Administrar 1 dose de insulina regular, ainda no Centro de Saúde, para evitar os efeitos tóxicos diretos da hiperglicemia e manter a prescrição original.

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